PULICIDADE

Mural Eletrônico é instituído no âmbito da Justiça Eleitoral potiguar





As 7.240 urnas eletrônicas a serem utilizadas nas eleições municipais deste ano, em Natal e no interior do Estado, estão passando por manutenção no Centro de Operações da Justiça Eleitoral, na rua da Torre, Tirol, próximo ao Parque das Dunas. "Estamos fazendo uma manutenção preventiva e testes exaustivos dessas urnas para identificar possíveis defeitos, há tempo de corrigi-las antes de encaminhá-las às 69 Zonas Eleitorais do Rio Grande do Norte para a sua preparação", informou Tyronne Dantas de Medeiros, que é coordenador de Logística de Eleições do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RN).

Tyronne Dantas reforçou que "as urnas estão vazias e passam apenas por testes funcionais dos seus equipamentos internos". Posteriormente, elas serão remetidas às vésperas das eleições para as 69 Zonas Eleitorais do Rio Grande do Norte, onde serão preparadas para o pleito municipal de 2 de outubro.

"Vamos fazer a geração das mídias e a carga de aplicativos, que é inserir os dados das eleições nas urnas eletrônicas", continuou ele, em relação a informações como nomes, números e fotografias dos candidatos a prefeito e vereador nas urnas, no período de 21 a 23 de setembro, nas 64 Zonas Eleitorais do interior do Estado, e nos dias 15 e 16, 19 e 20 do próximo mês nas cinco ZEs de Natal. "Esse é um dos períodos mais importantes das eleições, depois da preparação as urnas serão lacradas e só vão ser manuseadas na data da eleição", explicou.

Segundo Dantas, os mesários que vão atuar nas eleições passarão por treinamentos entre os dias 12 e 20 de setembro, no interior e a partir da quartafeira (24) e até o fim de setembro, em Natal.

TRE prepara mais de 7 mil urnas para as eleições no RN



Responsável por conduzir o processo de impeachment, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, negou nesta terça-feira (23) pedido da defesa da presidente afastada Dilma Rousseff (PT) para anular o processo.

A defesa de Dilma queria anular a decisão de pronúncia, sob a alegação de que o procedimento de votação na sessão do plenário do Senado em 10 de agosto ocorreu com "violação ao devido processo legal" e ao direito de defesa da petista.

O argumento jurídico é que as questões preliminares apresentadas pela defesa deveriam ter sido apreciadas separadamente, conforme as regras do Código de Processo Penal, e não globalmente, como permite o Regimento do Senado.

"Não vislumbro nenhuma nulidade na decisão de pronúncia proferida pelo Senado Federal. É que o fato de as (questões) prejudiciais e as preliminares terem sido votadas em bloco não trouxe qualquer prejuízo à acusada", argumentou Lewandowski em sua decisão.

O presidente do STF destacou que os senadores, por votação majoritária, decidiram não só "rejeitar todas as (questões) prejudiciais e preliminares, das quais tinham plena ciência, como também acolher - para os fins de pronúncia - as duas imputações assacadas contra a acusada".

"Não é incomum, nos órgãos jurisdicionais colegiados - aliás isso configura até uma praxe, especialmente no STF, que las questiones prejudiciales y previas - como as denominam os doutrinadores espanhóis, sejam examinadas em bloco, quer dizer, no momento em que se aprecia o mérito de uma causa ou de um recurso", sustentou Lewandowski.

Julgamento

O início do julgamento definitivo de Dilma Rousseff está marcado para começar na quinta-feira (25), às 9h, no plenário do Senado. Para afastar definitivamente a presidente do mandato, serão necessários dois terços dos votos, ou seja, o apoio de, no mínimo, 54 dos 81 senadores.

Se esse cenário se confirmar, o presidente interino Michel Temer (PMDB) assume definitivamente o cargo e a petista fica inelegível por oito anos. Se o mínimo necessário para o impeachment não for alcançado, ela retoma o mandato e o processo no Senado é arquivado.

Fonte: Notícias Band

Lewandowski nega pedido para anular impeachment



Alto do Rodrigues - Carismática e sempre simpática com todos, a vice-prefeita Emília Patrícia faz aniversário nesta terça-feira, 23 de agosto.

A Emília, deixamos aqui os nossos sinceros votos de muita felicidade, saúde e muitos anos de vida e que sua nova empreitada seja vitoriosa assim como em 2012, juntamente com o prefeito Abelardo Rodrigues, para continuar cuidando bem do povo e do município. "O Alto conhece. O povo confia".


Vice-prefeita Emília Patrícia está de idade nova nesta terça-feira (23)








Crítico contumaz da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que pôs fim ao financiamento privado de campanhas políticas, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, que conduz este ano a eleição com o maior número de candidatos da história – até 580.000 políticos concorrerão pela preferência do eleitorado –, acredita que a disputa de outubro servirá como teste para que se avalie se é mesmo necessário barrar as doações feitas por empresas a candidatos. Em meio a investigações que colocam PT, PMDB e PP, os três principais partidos do petrolão, sob risco de serem extintos, Gilmar Mendes alerta para novas formas de recolher doações de forma ilegal, diz que prestações de contas de candidatos não podem ser um “faz de conta” e afirma que banir empresas do processo político não deve ser encarado como a “refundação da República”. A seguir os principais trechos da entrevista concedida a VEJA.

A Lava Jato escancarou a lavagem de dinheiro por meio da Justiça Eleitoral. Como lidar com isso nessas eleições? Estamos tentando aprimorar todo o sistema de controle. O grande esforço da Justiça Eleitoral é impedir que a prestação de contas seja um faz de conta. Queremos realmente que isso se faça de maneira efetiva. O modelo inicial foi o que fizemos na análise das contas da presidente Dilma Rousseff, não só no que dizia respeito ao financiamento, às doações – e neste caso contamos com importantes subsídios que vieram de Curitiba, que levaram a investigações sequenciais – mas também no que dizia respeito às empresas de fachada, empresas que talvez não prestaram serviços. Agora consolidamos essa cooperação com órgãos que nos ajudaram à época, como Tribunal de Contas da União, Banco Central, Receita Federal, Polícia Federal e Ministério Público.

Com o fim do financiamento empresarial nas campanhas, o senhor prevê uma nova forma de lavar doações ilegais? A fiscalização vai ser aprimorada porque a prestação de contas vai ocorrer a cada 72 horas com um modelo online. Antes tínhamos outro prazo em que o candidato vencedor tinha que ter suas contas aprovadas ou rejeitadas até a diplomação. Isso dificultava enormemente a análise porque ficávamos aqui em mutirão. Agora está mudando e também vai ser possível esse batimento de informações. Acredito que estamos conseguindo aprimorar o sistema, mas é um grande desafio porque mudamos o modelo de financiamento de campanhas. Saímos do modelo de pessoa jurídica para pessoa física. O debate que se trava é sobre a possibilidade de caixa dois ou de o caixa dois subsidiar as doações dessas pessoas físicas. Tudo isso terá de ser fiscalizado. Nós dispomos de condições de fazer a análise inclusive para identificar, por exemplo, se um doador não tem condições de doar porque tem uma renda baixa.

Com o fim das doações de empresas, criou-se um discurso de que acabar com o financiamento privado seria uma espécie de refundação da República. Infelizmente não é a refundação da República. Para problemas complexos existem soluções simples e em geral erradas. Isso pode ser tipificado, por exemplo, em relação à decisão do Supremo Tribunal Federal. Antes de decidir sobre modelo de financiamento, nós deveríamos poder decidir – mas isso não estava a nosso alcance – sobre o sistema eleitoral, saber qual vai ser o modelo, por exemplo. Se existe uma votação em lista em que o partido define, é fácil ter um modelo de financiamento que até pode ser público, que repassa um dado número de recursos para o partido. Mas se temos um sistema de lista aberta com toda essa confusão e coligações, é difícil ter financiamento público. É difícil também ter controle de gastos. Além do que o financiamento público, como estamos dizendo, é o público quem paga. Então tem que se perguntar se ele quer isso. É muito difícil discutir essa questão do fim do financiamento privado de forma isolada. E nós no STF acabamos fazendo isso.

Isso significa que a questão do fim do financiamento privado pode ser revista depois de o novo modelo ser testado nessas eleições? Não só em relação ao modelo de financiamento, mas também em relação ao modelo de doação privada e outros pontos que estão sendo experimentados, como o encurtamento do prazo eleitoral. Estamos vivendo um momento de experimento institucional. Depois das eleições, vamos ter que discutir e fazer um balanço, inclusive sobre o fim do financiamento privado. Acho que o grande ganho que teríamos é se lográssemos, depois das eleições, introduzir pelo menos alguma mensagem positiva de reforma política, talvez discutir superar a autorização de coligação nas eleições proporcionais, introduzir alguma coisa relativa à cláusula de barreira, rever, por exemplo, a decisão do STF que anulou essa cláusula de desempenho. E discutir, talvez, o sistema eleitoral, que nunca será perfeito e terá de passar por uma negociação política. O sistema de lista aberta já dá sinal de exaustão e estamos contribuindo para suas distorções, com a permissão de coligações. Forma-se aquela sopa de letras, com ideologias diversas e no dia seguinte às eleições os partidos já estão em posições contrapostas, mas se elegeram no mesmo bloco. Eles falseiam o voto do eleitor, que fica muito confuso nesse quadro todo. O eleitor acaba contribuindo para a eleição de alguém que ele não concorda e se cria um distanciamento entre o eleitor e o eleito.

O Congresso não tem interesses diretos demais para fazer uma reforma política? Não imagino que se consiga fazer uma ampla reforma política via Congresso. O balanço que se faz, que já é trágico, da situação política do país e os maus resultados que nós colhemos no que diz respeito a essas práticas, tudo isso deveria estimular um debate sobre a reforma política. Já não há mais o que descer nas escalas das degradações. Tudo que se vê, o uso do eleitoral como locus de lavagem, doação como propina, caixa dois. O ministro Toffoli dizia que com a quantidade de recursos destinados às duas campanhas, do candidato Aécio e da candidata Dilma, estava quase seguro de que o caixa dois tinha sido banido. Mas as notícias que nos chegam e agora com depoimentos e documentos mostram que não foi banido.

O Brasil não tem tradição de doações de pessoas físicas. Mas é provável nestas eleições que candidatos apareçam com listas de doadores que nunca antes se voltaram para a política. Isso é um grande desafio e estamos aprimorando o sistema e nos coordenando com o Ministério Público. Nessas eleições vamos ter entre 530.000 e 580.000 candidatos. Não é uma tarefa fácil. São as maiores eleições do ponto de vista do número de candidatos. Haverá a tentação de fraudar doações não só por conta das dificuldades de obter doação, mas de candidatos tentarem obter apoio de pessoas jurídicas de maneira indevida, com gasolina, cartazes. Temos também o problema do limite de gastos, que é novo e baixo. Nessas eleições, em 62% dos municípios o candidato não pode gastar mais do que 100.000 reais e vereador não mais do que 10.000 reais nesses mesmos municípios.

A justiça não consegue fiscalizar sequer as empresas prestadoras de serviços para os candidatos. É factível fiscalizar a legalidade das doações dos eleitores? Os técnicos do TSE já brincaram um pouco dizendo que um fenômeno que podemos ter é um ‘caça-CPF’, com candidatos que já disponham de uma quantia de recursos mas que precisam achar CPF adequados [para fraudar doações]. Essa é uma atividade arriscada porque nós vamos ter condições de fazer batimentos de dados. Se o indivíduo não tem condições de fazer doação porque tem uma renda muito baixa, óbvio que isso pode ser detectado. Mas vai ser por amostragem. Depende muito da fiscalização. Essas doações também podem dar ensejo a determinadas coincidências que permitam a identificação. Em um sistema em que já dominava uma lei da selva, um vale tudo, esse regramento vai ser um grande teste.

No TSE estão abertos três processos para investigar o PT, o PMDB e o PP por suspeitas de que abasteceram campanhas eleitorais com propinas do petrolão. Eles podem mesmo ser extintos? A legislação permite a extinção de partidos, mas o que é importante nesses casos é que as investigações se realizem e que possamos fazer a análise dos dados. Isso é uma coisa que até então não tinha sido discutida nem admitida. A prestação de contas era aprovada meio que por ‘tabela’, tanto é que os políticos se defendem sempre afirmando que o TSE aprovou as contas. Mas era uma coisa quase protocolar. A partir da análise das contas da presidente Dilma é que mudou.

As críticas são de que o TSE analisa burocraticamente os processos, deixando que a depuração seja feita de outro modo, pelo voto nas urnas, por exemplo. Não estou cogitando da extinção dos partidos necessariamente. Vamos primeiro ver o resultado das investigações. O importante é fazer essas investigações e depois vamos analisar. Até porque estou apostando que vamos ter uma reforma política mais ampla. Vai ficar uma pressão sobre o Congresso com a simples revelação de todos esses malfeitos.

Existem empresas especializadas em lavar dinheiro do sistema político. O que a Justiça Eleitoral pode fazer? Para essas eleições, não vejo as grandes empresas se animando a praticar caixa dois por causa do risco e do contexto de investigações. Talvez no interior com pequenas e médias empresas isso possa ocorrer. Mas não vejo o grande empresariado interessado, já que o risco aumentou.

De Veja

Gilmar Mendes: proibição a doação empresarial pode ser revista







O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse hoje (23) que, se for necessário, os senadores vão trabalhar no próximo final de semana para cumprir as etapas finais do processo de impeachment da presidenta afastada Dilma Rousseff. Renan pediu “bom senso” durante os depoimentos das testemunhas de defesa e de acusação, para a celeridade dos trabalhos.

“Espero bom senso, porque se as oitivas das testemunhas, tanto de defesa quanto de acusação, andarem rápido, nós não vamos precisar trabalhar no sábado e no domingo. Caso contrário, vamos ter que trabalhar, porque na segunda-feira [29], às 9 h, vamos ouvir a presidente Dilma Rousseff. Em seguida, os senadores poderão fazer perguntas à presidente”, disse Renan.

De acordo com o presidente do Senado, se não houver simplificação nos depoimentos das testemunhas e se gastar muito tempo durante essa parte do processo, será necessário que os trabalhos prossigam no final de semana. “Se houver necessidade, nós vamos trabalhar neste final de semana”.

Reunião

O senador deixou a presidência dos trabalhos da sessão do Congresso Nacional, na qual estão sendo apreciados vetos presidenciais e, em seguida, deverá ser votada a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para se reunir em seu gabinete com o ministro do Planejamento, Dyogo de Oliveira. Renan disse que a conversa com o ministro seria para tratar sobre votações de matérias que dizem respeito ao Orçamento, a LDO, a Desvinculação das Receitas da União (DRU), dentre outras.

Agência Brasil

Impeachment: Renan diz que, se necessário, Senado vai trabalhar no fim de semana





A ex-chefe da Divisão de Precatórios do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte Carla de Paiva Ubarana Araújo Leal e o marido dela, George Leal, foram presos novamente na tarde desta segunda-feira (22) em Natal. A prisão foi realizada por agentes da Delegacia Especializada de Capturas (Decap). De acordo com o TJRN, as possibilidades de recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) se esgotaram, o último recurso foi julgado na última sexta-feira (19) e os mandados de prisão foram expedidos.

Carla Ubarana foi condenada a 9 anos e 4 meses em regime fechado e George Leal a 6 anos e 4 meses em regime semiaberto. George foi preso quando saía da faculdade. Já Carla Ubarana foi presa em casa.

Os dois foram condenados em 2013, pela 7ª vara criminal de Natal, por fraudes na divisão de Precatórios do TJRN. Segundo a denúncia do Ministério Público, Carla encabeçava um esquema que desviou, de acordo com a sentença, R$ 14.195.702,82 do TJRN.

Carla Ubarana deve ficar presa na ala feminina do Complexo Penal Dr. João Chaves. Já o marido dela, George Leal, deve ser levado para o Centro de Detençaõ Provisória de Parnamirim.



Entenda o caso

A ex-chefe da Divisão de Precatórios do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte Carla de Paiva Ubarana Araújo Leal e o marido dela, George Leal, foram presos em fevereiro de 2012. Em 2013, os dois foram condenados por fraudes na divisão de Precatórios do TJRN. Segundo a denúncia do Ministério Público, Carla encabeçava um esquema que desviou, de acordo com a sentença, R$ 14.195.702,82 do TJ. Os mandados de prisão foram expedidos pelo juiz da 7ª vara Criminal de Natal, José Armando Ponte Dias Junior.

Carla Ubarana foi condenada inicialmente a 10 anos, 4 meses e 13 dias, mais 386 dias-multa em regime fechado. George Leal pegou pena de 6 anos, 4 meses e 20 dias, mais 222 dias-multa em regime semiaberto. Os dois foram condenados por peculato.

José Armando Ponte, ainda na sentença, mandou que todos os bens apreendidos em nome de Carla e George fossem leiloados e que o dinheiro arrecado nesses leilões fosse depositado em conta a ser definida pelo Tribunal de Justiça. Essa mesma conta deve receber o dinheiro em espécie - moeda nacional e estrangeira - apreendido com o casal.

Os demais réus foram absolvidos.

Na sentença, o juiz José Armando Ponte diz que "era Carla Ubarana, com sua inteligência aguçada, quem comandava, com maestria, rigidez e desenvoltura, as ações praticadas por George Leal e pelos 'laranjas'". Sobre o marido de Carla, o magistrado diz: "George Leal mostra-se orgulhoso das condutas criminosas que praticou, as quais detalha com especial soberba, especialmente quando detalha, em minúcias e pormenores, o passo a passo da construção e reforma da sua casa praiana em Baía Formosa, enfatizando a qualidade do material utilizado e o bom gosto arquitetônico".

Operação Judas
Carla Ubarana não havia prestado concurso para entrar no Tribunal de Justiça. Ela foi incorporada ao quadro de servidores efetivos ainda na década de 80, antes da normatização da Constituição Federal, que obriga a realização de concurso público para admissão de servidores municipais, estaduais e federais. Ao longo de mais de uma década, Ubarana ocupou diferentes posições no Tribunal e foi demitida enquanto ocupava o cargo de técnico judiciário de 3º entrância da Comarca de Natal. O salário da ex-servidora girava em torno de R$ 9 mil.

A demissão de Carla Ubarana ocorreu dias após a própria presidenta do TJ à época, Judite Nunes, determinar a retomada do pagamento do salário da ex-servidora, suspenso desde junho. A ex-servidora e seu marido, o empresário George Leal, foram presos em janeiro de 2012 em Recife.

O esquema de corrupção foi investigado pelo Ministério Público Estadual e desencadeou a Operação Judas. Após acordo de delação premiada, Carla e George assumiram a autoria dos crimes e citaram que tudo ocorria sob a anuência dos ex-presidentes do TJRN, os desembargadores Osvaldo Cruz e Rafael Godeiro. Ambos foram afastados da Corte potiguar pelo Conselho Nacional de Justiça e foram condenados à perda do cargo.

Do G1RN

Condenada por desvio de R$ 14 mi, Carla Ubarana volta a ser presa no RN






A Justiça atendeu pedido do Ministério Público Federal no Rio Grande do Norte (MPF/RN), em ação civil pública, e determinou que o Instituto Superior de Educação Pesqueira (Isep) suspenda as atividades em Natal e Santa Cruz, a partir dos próximos períodos ou semestres, referentes aos cursos que ministra. A instituição de ensino superior fica ainda impedida de iniciar ou divulgar novas turmas de graduação ou pós-graduação até regularizar a situação.

De acordo com a ação do MPF/RN, o Isep não tem autorização do MEC para ofertar cursos de graduação fora de sua sede, em Pesqueira (PE), e não possui credenciamento para ensino a distância (EAD). Por tal motivo, o instituto alega que firmou convênio com outra instituição de ensino, credenciada pelo MEC, a fim de viabilizar a prestação de serviços educacionais a distância.

Entretanto, a legislação vigente permite esse tipo de convênio entre as instituições unicamente para atividades de natureza operacional e logística, como a utilização da infraestrutura. “As atividades de natureza acadêmica são de responsabilidade estrita da instituição credenciada, não podendo ser delegadas a outras entidades, explica a ação do MPF”.

Alunos devem procurar o MPF – os alunos matriculados no Isep devem procurar a Setor de Atendimento ao Cidadão, na sede no MPF (endereço abaixo) para prestar informações, nos dias 25 e 26 de agosto, no horário das 10h às 17h. A ideia é ter um cadastro preliminar de pessoas que teriam sido lesadas pela instituição de ensino, visando eventual ressarcimento dos danos materiais e morais, assim como coletar detalhes que possam auxiliar na instrução do processo, que tramita na 5ª Vara da Justiça Federal. Outras informações podem ser obtidas no telefone 3232-3935.

Instituto Superior de Educação Pesqueira (Isep) deve suspender atividades em Natal e Santa Cruz



O técnico da Seleção Brasileira, Tite, divulgou sua primeira lista de convocados para a disputa dos dois próximos jogos pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018. Confira os 23 escolhidos abaixo:

Goleiros
Alisson - Roma

Marcelo Grohe - Grêmio

Weverton - Atlético Paranaense


Laterais
Daniel Alves - Juventus

Fagner - Corinthians

Filipe Luis - Atlético de Madrid

Marcelo - Real Madrid


Zagueiros
Gil - Shandong Luneng

Marquinhos - PSG

Miranda - Inter de Milão

Rodrigo Caio - São Paulo


Meio-campistas
Casemiro - Real Madrid

Giuliano - Zenit

Rafael Carioca - Atlético Mineiro

Paulinho - Guangzhou Evergrande

Lucas Lima - Santos

Renato Augusto - Beijing Guoan

Philippe Coutinho - Liverpool

Willian - Chelsea


Atacantes
Neymar - Barcelona

Gabriel - Santos

Gabriel Jesus - Palmeiras

Taison - Shakhtar Donetsk


Eliminatórias 2018:
A Seleção Brasileira convocada por Tite enfrentará o Equador no dia 1º de setembro, no Estádio Olímpico Atahualpa, em Quito, às 18h. No dia 6 de setembro, encara a Colômbia na Arena da Amazônia, em Manaus, às 21h45. O Brasil ocupa a sexta colocação na tabela das Eliminatórias, com 9 pontos.

(Com a CBF)

Tite faz sua primeira convocação como técnico da Seleção Brasileira principal




Ao elegante e sofisticado Santos Dumont da abertura, só rápida menção. Na cerimônia de encerramento, Carmen Miranda e Tico Tico no Fubá deram o tom: descontraído, informal, alegre, até um tiquinho escrachado. No interminável desfile dos atletas, a expressão era de que todo mundo cumpriu seu papel, com ou sem medalha. Entre muitas cadeias vazias, os que ficaram riam, dançavam e tiravam selfies debaixo de chuva.

A cerimônia foi dirigida por Rosa Magalhães, merecidamente celebrada carnavalesca do Rio de Janeiro. A comparação com o Carnaval é inevitável e verdadeira, haja visto o baticundum no final. As rendeiras tinham ginga de ala das baianas. Aqueles figurinos já foram vistos na Sapucaí. Afinal, que manifestação do folclore ainda não teve seu dia de enredo de escola de samba?

Vencidos os tais “momentos protocolares”, ressaltem-se as curiosidades: o atleta besuntado de Tonga em rapidíssima aparição, o prefeito carioca Eduardo Paes engravatado (um feito olímpico), o super Shinzo Abe. Foi uma celebração molhada, simpática, comprida demais, sem um décimo do que se viu na abertura. Mas ok, é do jogo. Nada que comprometa o sentimento geral da Olimpíada do Rio: ufa, deu certo.

De Veja

Rio-2016 acaba em samba. E alívio: deu certo


A seleção masculina de vôlei venceu a Itália neste domingo por 3 sets a 0 e conquistou a tão cobiçada medalha de ouro no encerramento dos Jogos Rio-2016. A torcida, que lotou o ginásio do Maracanãzinho, deu um show a parte e vibrou durante toda a partida.

Brasil e Itália reeditaram a final de Atenas 2004, quando a seleção brasileira conseguiu seu tricampeonato e a Itália, que estava tentando seu primeiro título olímpico, ficou com a prata. 

No final do jogo, os jogadores brasileiros escutaram os gritos de “o campeão voltou” das arquibancadas. Em sua quarta final olímpica seguida, após o ouro em Atenas 2004 e as pratas em Pequim 2008 e Londres 2012, a seleção brasileira venceu com parciais de 25-22, 28-26 e 26-24 para conquistar também a 19ª medalha do Brasil na Rio 2016. O Brasil contou com ótima atuação de Wallace, principal pontuador do jogo, marcando 20 vezes.

Brasil encerra os Jogos Rio 2016 despachando a Iália e conquistando mais uma medalha de ouro


Alto do Rodrigues - Em um jogo apático e sem empolgação, o Alto do Rodrigues Futebol Clube (AFC) enfrentou o Ladec de Lagoa D'Anta e não passou de um empate em 0 a 0, pelo primeiro jogo da decisão da Copa RN de Futsal 2016.

AFC 0 x 0 Ladec
O empate sem gols retratou bem o que foi o jogo. Sem jogadas interessantes, truncado, nem parecia uma final de uma competição estadual.

Com o resultado, o Ladec vai disputar a partida de volta como mandante na capital do Estado, e quem vencer por qualquer resultado fica com o título da competição.

Capitães do AFC e do Ladec com a equipe de arbitragem da FNFS que comandou o jogo.

AFC fica no empate com o Ladec no primeiro jogo da decisão da Copa RN



O lutador alto-rodriguense, Matheus Silva, subiu no lugar mais alto do pódio no campeonato profissional de jiu-jitsu na categoria pesado, disputado neste sábado, em Fortaleza, vencendo todos os seus adversários. O título do atleta da Academia Checkmat, é mais uma demostração do avanço do esporte no município nos últimos quatro anos. Felipe, é o segundo melhor do mundo na categoria pluma.

"Parabenizo os GRANDES CAMPEÕES Matheus Silva e Felipe por colocar a cidade de Alto do Rodrigues nos lugares mais ALTO do pódio. Esse feito tem que ser valorizado, pois essa conquista é para poucos. Vale ressaltar o valioso apoio da Prefeitura do Alto do Rodrigues, através do Departamento de Esporte", afirmou o coordenador municipal de esportes, professor Edenilson Melo, através de seu perfil em uma rede social.

Mathes Silva conquista o título mundial de jiu-jitsu em Fortaleza